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Making-off de uma prótese 3D

O Projeto Handyhand segue um processo de desenvolvimento para a produção de uma prótese 3D. São diversos passos a serem cobertos entre o primeiro contato com a pessoa que vai receber a prótese até a entrega final. O exemplo abaixo é de uma adolescente de 14 anos que está sendo atendida pelo projeto Handyhand e deverá receber sua prótese nos próximos dias.

Fotografias e Medições

Inicialmente são feitas diversas fotos da pessoa que irá receber a prótese, para determinação do modelo a ser utilizado e da escala de impressão, com as fotos é feito um trabalho de sobreposição das próteses e respectivo ajuste e acerto de escala, esta parte do trabalho foi feita por Humberto Pavanelli que trabalha com sistemas de CAD e está nos ajudando como voluntário no Projeto:

Medição prótese e-Nable
Medição e ajuste de escala para seleção do modelo de prótese

Escolha da Prótese 3D

São testados diversos modelos escolhendo o que melhor se adapte a cada caso. A partir dessa escolha o modelo selecionado é montado em uma só peça e enviado para a impressão 3D. A foto abaixo mostra um dos modelos escolhidos já pronto para ser enviado à impressão:

Prótese de mão modelo K1
Placa com as peças já posicionadas para impressão.
Prótese 3D Phoenix
Placa de peças do modelo Phoenix

A partir do arquivo pronto se inicia o processo de impressão 3D como no vídeo abaixo:

Com as pecas prontas inicia-se o processo de montagem e acabamento.

Na foto abaixo mostramos algumas das peças já impressas para a prótese do modelo Phoenix:

Peças Prótese 3D modelo Phoenix
Peças modelo Phoenix

Para nosso primeiro trabalho, estamos produzindo 3 modelos diferentes, para verificar o que melhor se adapta neste caso. Dois modelos estão sendo impressos pela Voolt3D de Santo André e outro pela Cloud3D de Sorocaba, que são parceiros do Projeto Handyhand. Como estamos iniciando esta atividade e ainda temos muito a aprender sobre os modelos e suas características, nós optamos por produzir os 3 modelos.

A homologação do processo, tanto das próteses impressas pela Voolt3D como pela Cloud3D, será feita através de envio de um video seguindo as especificações de teste fornecidas pela e-Nable. Quando o video estiver aprovado a e-Nable emite um certificado que garante a qualidade e confiabilidade de nosso processo.

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O que é a plataforma Kickante?

Algumas pessoas que estão conhecendo o projeto Handyhand estão perguntando o que é e como funciona o Kickante. Estamos usando este recurso para levantar o valor necessário para o nosso projeto.

A Kickante é uma plataforma de financiamento coletivo (em inglês é chamado de crowdfunding), que nada mais é do que uma “vaquinha” para arrecadar dinheiro para um determinado projeto que pode ser o lançamento de um novo produto, de um livro, de um disco ou mesmo de um projeto social como é o nosso caso.

O criador da campanha informa o valor desejado para seu projeto e em troca dessa doação a pessoa recebe uma determinada recompensa que varia em função do valor doado. Todo o processo de pagamento é feito em ambiente seguro como uma compra via Internet e ao final da campanha o dinheiro é repassado para o criador do projeto e este entrega as recompensas para seus financiadores.

Nosso projeto precisa de doações em dinheiro para se tornar realidade, de forma que consigamos comprar as impressoras 3D, ferramentas e matéria prima para a produção das próteses. Clique na imagem abaixo e colabore com esta campanha:

Colabora com o projeto Handyhand doando qualquer quantia acima de R$ 10,00 –  compartilhe com seus amigos e familiares e nos ajude a trazer um sorriso a muitas crianças.

Abaixo segue um video mostrando como funciona o Kickante:

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8 razões do porquê você deve investir em Impressos Digitais

1) Eficácia: A informação impressa ainda é muito mais eficaz do que a informação eletrônica massificada. O e-mail marketing, também é muito eficaz se produzido com critério e análise cuidadosa, mas corre o risco de se misturar às centenas de spams que recebemos diariamente, e exige um gerenciamento cuidadoso de seu banco de dados de email e monitoramento dos resultados.

 

2) Velocidade: Nos dias de hoje a informação corre muito rápido e se torna obsoleta em pouca dias, por isso qualquer ação de marketing deve levar em conta a agilidade que o processo de impressão digital proporciona. Em poucas horas o cliente pode ter um material em mãos e pronto para distribuir.

 

3) Impacto: Um impresso com bom apelo visual e com cores vibrantes se destaca na multidão e tem grande chance de ser aberto e entregar sua mensagem.

 

4) Personalização: Usar o nome do seu cliente em um impresso aumenta para mais de 80% as chances daquela peça ser aberta

 

5) Retorno: Uma mala direta convencional (sem personalização e processo offset convencional) tem média de retorno entre 0,2% e  1%, enquanto que uma mala direta personalizada (processo digital), possui retorno médio entre 5 e 10%, havendo casos de retorno (chamadas para obter mais informações) de mais de 30% para campanhas personalizadas bem planejadas e focadas em nicho.

 

6) Custo: Apesar dos impressos produzidos pelo processo digital terem um custo unitário maior do que os impressos em processo offset, você produz somente o que precisar e pode criar campanhas setorizadas, imprimindo somente o necessário para aquele segmento e economizando em custos de postagem e manuseio e evitando estoque obsoleto. A cada tiragem podem ser feitas alterações, correções e ajustes mantendo o material sempre atualizado.

 

7) Realidade Aumentada: Hoje em dia os impressos podem carregar não somente a informação visível no papel, mas também servir como janela de acesso para outras mídias, lojas online, mídias sociais, brindes e muito mais através de QR Codes ou impressos desenvolvidos especialmente para utilizar os recursos de realidade aumentada a partir de smartphones e tablets. A Realidade Aumentada ainda é novidade no Brasil e aqueles que forme pioneiros nessa tecnologia em seus segmentos serão referência no mercado.

 

8) Diferenciação:  Com campanhas personalizadas e criativas você se destaca do mercado, transmite uma imagem de eficiência e modernidade, gera maior retorno e alavanca novos negócios.

 

Aloisio Mello é sócio-proprietário da Tachion Gráfica Digital

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TCC – Dica 3: Imagens – Resolução e Formato

Todas as imagens bitmap devem estar preferencialmente no formato CMYK, pois isso evita surpresas na conversão destas imagens de RGB para CMYK durante a impressão.

A resolução das fotos e demais imagens bitmap deve estar sempre entre 240 e 300 dpi. Abaixo de 240 pode gerar perda de detalhes e acima de 300 somente carrega o arquivo sem gerar nenhum benefício no final.

Os formatos mais comuns são JPG e TIF, porém podem ser usados também EPS e PSD, tomando cuidado de achatar as camadas em PSD para evitar perda de efeitos especiais.